Em meu passeio, bíblico, desta manhã, li, entre outros versículos, o 3 de Is. 53 que me despertou o pensamento para trazer para os nossos dias aquela profecia, notadamente o “... era desprezado...” Mas estou ainda meditando sobre isto; concluída a meditação pretendo, na permissão do Senhor, passar para o blog. Por hora quero passar esta leitura do “Nosso Andar Diário”, ainda que isto seja repetitivo para alguns. O trecho básico é o bem conhecido de Apoc. 3:14 – 22. Diz o escritor (Joseph M. Stowell): uma de minhas histórias favoritas é sobre um fazendeiro do Texas que fez consultoria agrícola para outro na Alemanha. Ele perguntou ao fazendeiro alemão sobre o tamanho de sua propriedade e obteve a seguinte resposta: “mais ou menos 260 hectares”. Quando o alemão lhe fez a mesma pergunta, sobre o tamanho da sua propriedade, o fazendeiro explicou que se dirigisse sua caminhonete desde de o amanhecer até o por-do-sol ainda estaria dentro de sua propriedade. Para não ficar em desvantagem, o fazendeiro respondeu, “também já tive uma caminhonete velha assim”.
Piadas à parte, é importante termos a perspectiva correta. Infelizmente os cristãos de Laodicéia tinham uma perspectiva errada em relação à prosperidade (Apoc. 3:14-22).Em vários aspectos eram ricos, pois tinham grandes quantidades de produtos naturais e acreditavam que não precisavam de nada mais – nem mesmo de Jesus. Mas Jesus tinha uma perspectiva diferente. Apesar da prosperidade material. Ele via que esse povo era “infeliz [...] miserável, pobre, cego e nu” (vs.17). Então Ele os convidou a se tornarem verdadeiramente ricos buscando aquilo que apenas Ele poderia lhes prover: pureza, caráter, justiça e sabedoria.
Não caiamos no mesmo erro da igreja de Laodicéia. Antes, tenhamos uma perspectiva correta em relação ao significado de ser rico. A verdadeira prosperidade não é mensurada por aquilo que você tem, mas por quem você é em Cristo.
A PESSOA MAIS POBRE É AQUELA CUJA ÚNICA RIQUEZA É O DINHEIRO. (grifos acresc.)
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