sábado, 29 de outubro de 2011

“A GOTA D’ÁGUA?”

“A GOTA D’ÁGUA?”

Ester 7:8

Bem disse Ester para o Rei: o inimigo era tão insignificante que não “valia a pena” molesta-lo. A revelação dela inculcou o Rei, que saiu para respirar um ar mais rarefeito, no jardim do Palácio, mas quando voltou para dentro e viu aquele bêbado, babando quase no colo da sua “Mu...lhe...ro...na”, Lin...do...na, a que ele mais gostava e amava, não deu outra: “é o amo...oor” e o ciúme (Prov.6:34); o fim de Hamã está selado; o eunuco, Harbona, se já bem conhecia o Rei Assuero, sabia que era o bastante para entender e cobrir a cara do infeliz e determinar o modo de execução do próprio – com a mesma forca que ele caprichou na sua elaboração, para executar Mordecai. É, o “negócio de machista, (proprietário exclusivista da mulher) e lavador de honra”, é antigo.

Não é minha intenção alongar-me nesta história, tão bem conhecida no meio cristão, nem tampouco tecer comentários sobre vingança, a luz do que conhecemos no NT, mas ressaltar que Deus é Fiel; seu povo estava sendo ameaçado por aquela segunda autoridade Real da Pérsia e começou a ser liberto do mal, que estava prenunciado, logo após a sua morte. O plano de Ester, à quem Deus deu, também, sabedoria, não falhou – Hamã foi atraído “para a forca especial” e os que ele iria usar, para executar seu plano de extermínio dos judeus, também morreram trucidados.

Deus continua FIEL até hoje, e o será para sempre, em defesa de seus escolhidos. (I Pedro 2:9 – 1ª parte).

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