SEM CALMANTE E SEM ANESTÉSICO
Josué 7:24 (22-26)
Já li esta narrativa do capítulo 7 do Livro de Josué, 27 vezes, ano a ano (74 a 2001), afora as avulsas e ainda não me “conformei” com esta disciplina, da parte de Deus, e aplicada por Josué e o povo; não consegui atinar com a cumplicidade de sua esposa filhos e outros, até animais – é provável que sua esposa soubesse e os filhos estranhassem a movimentação do pai, cavando dentro da tenda, e enterrando algo; e daí? E os demais? Fiquei imaginado o sentimento e a aflição de Acã ao receber a visita dos enviados (que foram correndo?...) e logo a seguir, após a constatação do delito e evidência deles, foi levado com o fruto da transgressão e os demais, acompanhados de uma procissão “doidinha” por ver sangue escorrer estrada abaixo; a procissão para diante do vale de Acor (sig.: perturbação grave, em excesso, desgraça), localizado entre Jerusalém e Jericó, creio uma grande distância em relação a uma grande agonia - e que agonia, como disse: sem calmante e sem anestesia ( se esta “chacina” ocorresse hoje e eu, entre a turba “doidassa” para ver o final da “novela da vida real”, pudesse opinar, pediria que os seres vivos fossem dopados, com “boa noite Cinderela” ou formol, sei lá o que mais, que os deixassem inibidos de verem seu fim). A ira de Josué, do Povo e notadamente de Deus, só se aplacou quando aqueles seres viventes e objetos viraram um monte de matéria carbonizada, coberta por um montão de pedras. Esforço-me para não crer que Deus, hoje, ainda aja assim; especialmente quando penso que a ira dEle, (última?),maior, recaiu sobre Seu Único Filho, Jesus Cristo ao Qual, eu com meus pecados, levei à morte na cruz do Calvário. Fico intrigado com as tragédias, mas não creio que seja ira como foi no caso de Acã e outras, narradas no VT; procuro, com algum esforço, incluir isto nos “mistérios do porvir”, que poderão ou não, ser revelados (justificados?) por Deus, ou como disse em outro artigo que escrevi: “se houver Sessão de Perguntas e Respostas” no Céu, quem sabe eu me atreva em perguntar-Lhe. Agora, que é bom não arriscar, é! As Sagradas Letras dizem que Deus é o mesmo, ontem, hoje e assim o será o para SEMPRE. Não me atrevo nem dizer AMÉM.
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