Sofrimento extremo gera “bloqueio”?
Lendo Êxodo 5: 22 – 6: 9 e me detendo no vs. 9 percebi que sim; o sofrimento do povo de Israel, a esta altura, era aterrador e J. Francis Peak, escritor, diz: A principal causa da falta de motivação é a perda temporária de perspectiva. O que me deixou super feliz foi que DEUS, mesmo diante desta reação do povo, não deixou de levar seu plano adiante e creio que o mesmo ocorra, ainda hoje, pois “Ele é o mesmo ontem, hoje e o será para sempre”. Por isto, penso que ao procurarmos consolar ou administrar ensino ou evangelismo a alguém que esteja numa condição equiparada aquela dos israelitas, não estranhemos sua aparente ou real desatenção. Uma coisa que eu mesmo preciso esforçar-me para praticar (até mesmo em outras situações) é FALAR POUCO. Pensando nisto, lembrei-me de uma ilustração, que li há algum tempo, e que mencionava uma mãe que teve um filho ceifado pela morte de forma trágica a qual, falando sobre o acontecido mais tarde, notadamente sobre o velório, dizia: as palavras de “conforto” que recebi, na maior parte, eram longas e cansativas ainda que bem intencionadas e destacou uma delas como a principal, pois falou profundamente ao seu coração e foi a da Rainha (creio Inglaterra), que havia passado por uma prova semelhante que, colocando sua mão sobre seu ombro disse, como um sussurro ao seu ouvido, “ eu entendo o que você está sentindo”; aqui funcionou, e muito bem, a captação do ensino do Apóstolo Paulo aos Corintios, na II Carta cap. 1: vs.3,4. Que o Senhor nos dê sabedoria neste particular e para tudo o mais. Amém!
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