quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

UM VALE DE TREVAS



Este é o título  de um comentário (Bíblia do Homem) que é encimado pela citação de Hebreus 13:5 “... porque Deus mesmo disse: Nunca o deixarei, nunca o abandonarei.”,  e que foi extraído do livro Path Victory (A trilha da vitória) onde é relatado um episódio na vida de um jogador de beisebol nos EUA, Dave Dravechy,  o qual por causa de um câncer em seu braço de arremesso, o esquerdo, ao final o teve amputado; depois que a esposa JAN com quem fora casado por quatorze anos, sofreu um colapso emocional  e  alguns amigos supostamente leais desapareceram, declarou: “Houve momentos que eu me senti como se estivesse segurando a ponta da corda. O segredo, porém, era ter a certeza de que eu não precisava me preocupar se tinha força ou não para continuar me segurando, pois sabia que Deus estava cuidando de mim. Ele promete que nunca me deixará nem desistirá de mim, sejam quais for às circunstâncias, mesmo que eu chegue ao fundo do poço. O câncer me apresentou a realidade do sofrimento, e foi justamente o sofrimento que fortaleceu a minha fé”.
Na reflexão o comentarista diz: Deus escolhe métodos perfeitos para nos comunicar sua verdade e nos orientar ao longo da vida. Às vezes, esse método é agradável como receber uma promoção no trabalho ou uma cura inesperada. Em outras oportunidades, esse método significa enfrentar um período de sofrimento.
A coisa mais importante de que devemos nos lembrar a respeito do sofrimento é que Deus está conosco o tempo todo. Sofrimento não é necessariamente uma forma de castigo purificador. Por meio do sofrimento, Deus nos modela e transforma em pessoas mais parecidas com Seu Filho, que também sofreu enquanto seguia a trilha que O levaria à vitória sobre a morte.
Assim como Jesus sofreu, também somos convocados ao sofrimento. Pode ser que ele não nos conduza à morte, como aconteceu com o Salvador - embora isso até aconteça com vários irmãos e irmãs em Cristo espalhados pelo mundo. No entanto, é possível que para nós, signifique a perda do cônjuge, de um filho ou do emprego. Também pode incluir sofrimento de ordem psicológica ou emocional, como foi (inclusa) no caso de Jesus. A questão é que por meio do sofrimento, conseguimos nos identificar com o Crucificado (Jesus). E se sofremos com ele, também seremos ressuscitados dos mortos, assim como Ele foi. (Filipenses 3: 10-11).
DEDICAREI ALGUM TEMPO PARA AGRADECER A DEUS POR ESTAR AO MEU LADO QUANDO ESTOU SOFRENDO.
“A aflição, assim como o ferreiro, modela à medida que golpeia.“ (Christian N. Bovee- escritor e advogado – século 19)

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