Este é o
título de um comentário (Bíblia do
Homem) que é encimado pela citação de Hebreus 13:5 “... porque Deus mesmo disse:
Nunca o deixarei, nunca o abandonarei.”, e que foi extraído do livro Path Victory (A
trilha da vitória) onde é relatado um episódio na vida de um jogador de beisebol
nos EUA, Dave Dravechy, o qual por causa
de um câncer em seu braço de arremesso, o esquerdo, ao final o teve amputado; depois
que a esposa JAN com quem fora casado por quatorze anos, sofreu um colapso
emocional e alguns amigos supostamente leais desapareceram,
declarou: “Houve momentos que eu me senti como se estivesse segurando a ponta
da corda. O segredo, porém, era ter a certeza de que eu não precisava me
preocupar se tinha força ou não para continuar me segurando, pois sabia que
Deus estava cuidando de mim. Ele promete que nunca me deixará nem desistirá de
mim, sejam quais for às circunstâncias, mesmo que eu chegue ao fundo do poço. O
câncer me apresentou a realidade do sofrimento, e foi justamente o sofrimento
que fortaleceu a minha fé”.
Na reflexão
o comentarista diz: Deus escolhe métodos perfeitos para nos comunicar sua
verdade e nos orientar ao longo da vida. Às vezes, esse método é agradável como
receber uma promoção no trabalho ou uma cura inesperada. Em outras oportunidades,
esse método significa enfrentar um período de sofrimento.
A coisa mais
importante de que devemos nos lembrar a respeito do sofrimento é que Deus está
conosco o tempo todo. Sofrimento não é necessariamente uma forma de castigo
purificador. Por meio do sofrimento, Deus nos modela e transforma em pessoas
mais parecidas com Seu Filho, que também sofreu enquanto seguia a trilha que O
levaria à vitória sobre a morte.
Assim como
Jesus sofreu, também somos convocados ao sofrimento. Pode ser que ele não nos
conduza à morte, como aconteceu com o Salvador - embora isso até aconteça com
vários irmãos e irmãs em Cristo espalhados pelo mundo. No entanto, é possível
que para nós, signifique a perda do cônjuge, de um filho ou do emprego. Também
pode incluir sofrimento de ordem psicológica ou emocional, como foi (inclusa)
no caso de Jesus. A questão é que por meio do sofrimento, conseguimos nos
identificar com o Crucificado (Jesus). E se sofremos com ele, também seremos
ressuscitados dos mortos, assim como Ele foi. (Filipenses 3: 10-11).
DEDICAREI
ALGUM TEMPO PARA AGRADECER A DEUS POR ESTAR AO MEU LADO QUANDO ESTOU SOFRENDO.
“A aflição, assim como
o ferreiro, modela à medida que golpeia.“ (Christian N. Bovee- escritor e advogado –
século 19)
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