JOÃO CRISÓSTOMO
“E quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós; antes vos ensinarei o caminho bom e direito” (1 Samuel 12:23)
João Crisóstomo (354-407 d.C.), bispo de Constantinopla, se tornou muito impopular na corte romana. Ele denunciava tranquila e corajosamente a imoralidade na corte, e por isso desagradava o imperador.
Conta-se que o imperador se reuniu com seus conselheiros para saber qual a melhor maneira de silenciar Crisóstomo. “Envie-o para o exílio, e depois se livre dele”, disse um dos ministros. Outro sugeriu o confisco dos bens. Uma terceira proposta foi a de jogá-lo na prisão. Surgiu a ideia de decapitá-lo. Um conselheiro deu uma sugestão completamente diferente: “Puni-lo através desses meios seria inútil. Eu conheço Crisóstomo. Mandá-lo para o exílio iria abrir outro campo para suas atividades. Se confiscarmos seus bens, os pobres viriam em sua ajuda. Na prisão ele desfrutaria da oportunidade de meditar no amor de Deus. E matá-lo apenas lhe daria a alegria de estar com o Senhor dele no céu. Se vocês querem realmente fazer esse homem sofrer como punição, têm de fazê-lo pecar. Não há nada mais na terra que ele tema tanto que o pecado”.
Crisóstomo levou Deus e Sua Palavra a sério. Isso deu a vida dele um firme fundamento. Ele temia o pecado porque era a barreira que o separava de Deus. O que podemos aprender com ele? Sua própria vida e o testemunho de seus inimigos comprovaram quão profunda comunhão com Deus podemos desfrutar e que maravilhosa alegria possui os que O conhecem!
Copiado de Boa Semente.
“E quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós; antes vos ensinarei o caminho bom e direito” (1 Samuel 12:23)
João Crisóstomo (354-407 d.C.), bispo de Constantinopla, se tornou muito impopular na corte romana. Ele denunciava tranquila e corajosamente a imoralidade na corte, e por isso desagradava o imperador.
Conta-se que o imperador se reuniu com seus conselheiros para saber qual a melhor maneira de silenciar Crisóstomo. “Envie-o para o exílio, e depois se livre dele”, disse um dos ministros. Outro sugeriu o confisco dos bens. Uma terceira proposta foi a de jogá-lo na prisão. Surgiu a ideia de decapitá-lo. Um conselheiro deu uma sugestão completamente diferente: “Puni-lo através desses meios seria inútil. Eu conheço Crisóstomo. Mandá-lo para o exílio iria abrir outro campo para suas atividades. Se confiscarmos seus bens, os pobres viriam em sua ajuda. Na prisão ele desfrutaria da oportunidade de meditar no amor de Deus. E matá-lo apenas lhe daria a alegria de estar com o Senhor dele no céu. Se vocês querem realmente fazer esse homem sofrer como punição, têm de fazê-lo pecar. Não há nada mais na terra que ele tema tanto que o pecado”.
Crisóstomo levou Deus e Sua Palavra a sério. Isso deu a vida dele um firme fundamento. Ele temia o pecado porque era a barreira que o separava de Deus. O que podemos aprender com ele? Sua própria vida e o testemunho de seus inimigos comprovaram quão profunda comunhão com Deus podemos desfrutar e que maravilhosa alegria possui os que O conhecem!
Copiado de Boa Semente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário