CANSADO? DE QUE?
Se for de fazer o bem – “toma tua linha”, não pare!
Lendo o Andar Diário do dia 6 – Gálatas 6:6-10, com destaque do vs. 9 “não nos cansemos de fazer o bem...” me chamou bastante a atenção o pensamento mencionado no rodapé: - “FAÇA TODO O BEM QUE VOCÊ PUDER, COMO PUDER, POR TODOS QUE PUDER, ENQUANTO PUDER.” e, entre TODO, COMO, TODOS, ENQUANTO o que mais pesou foi ENQUANTO.
Estou, graças ao meu Bom Deus, num segundo casamento, há mais de sete anos, (depois da benção do primeiro, por mais de 46 anos-Odette) e, num outro contexto de vida, levando em consideração a idade, mal aposentado, (por enquanto, orem comigo para uma melhora prevista), fico confortado pelas lembranças de dias passados e aquilo que Deus me permitiu fazer neste sentido, mas, já de algum tempo, cheguei a conclusão que deveria ter feito muito mais. Hoje não possuo nem um “pois-zé”, pelo menos, e de há uns cinco anos, minha CNH foi renovada com a exigência de veículo especial (entre outros, com comando manual), para maior dificuldade. Entre o pouco que pude fazer, está a “venda” de um Fusca 70, com uns 5/6 anos de uso (avaliado em 500 da época, que seriam pagos se o irmão viesse a ter condições de pagá-lo; -para nós( eu e Odette), se não recebêssemos nada, ficaria diante do Senhor); além da colaboração (insignificante) para compra de outros três veículos, dei, 70% de um outro, Ford Corcel, sedan, ano 77, (avaliado em 700 – 95/96). Em conversa, com minha atual esposa Maria, citei estas práticas e ela logo “tascou”: agora você não tem nenhum e não pode comprar; quero ver se algum destes ou outros, vão se prontificar a te dar ou ajudar para comprar um. Disse-lhe que isto estava com o Senhor; passado um tempinho, um destes irmãos, beneficiados no passado, irmão especial, há uns dois meses sentiu o desejo de me enviar duas quantias que perfizeram 350,00 e que chegou justamente para suprir a falta que estava fazendo (no momento) por causa de um empréstimo que havia feito, no mesmo montante, não pagos no prazo combinado (ainda estou esperando sua quitação). Não sinto nenhum arrependimento – sinto gozo e a consciência pesarosa por não ter feito muito mais, ENQUANTO possível.
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