quinta-feira, 21 de julho de 2011

QUE É FÁCIL, NÃO É.

QUE É FÁCIL, NÃO É.

Evang. de João 6:60

Lendo do versículo 22 e até o final do capítulo, dei todo crédito a conclusão do Apóstolo Paulo, inspirado pelo Espirito Santo de Deus, em 1ª Cor 2:14, “que o homem natural não aceita... e nem entende...”; nem pode entender, é verdade!

Dou graças ao Senhor Jesus porque Ele instituiu a Ceia usando pão e vinho; se eu tivesse que me tornar um antropófago – só se um milagre fosse operado ou?... há pouco revi, pela TV, um acontecimento de há uns anos atrás, onde sobreviventes de uma queda de avião, creio nos Andes, tiveram entre outros, que alimentarem-se de carne humana – dos companheiros que morreram.

Nem sei explicar como, na minha infância, era comedor do que meu avô e pais chamavam de “morcilla”, não sei se o chouriço é o mesmo (se bem me lembro, o ingrediente principal era o sangue do porco recém-abatido, toucinho e temperos). Lembro ter ouvido deles uma passagem de “encrencas” da família e entre eles, biso Balthazar, por parte de papai, que tinha sua horta devassada quando havia matança de porcos “vosotros me llevan la salsiha e cebollija y no me traén un pedaso de morcilla”; tinha razão de bronquear, coitado! Voltando a comilança de “morcilla”, só parei depois que mamãe e papai se converteram e o Mis. Henry King – não sei se numa visita, quando lhe foi servido “o prato especial da casa), aproveitou o ensejo e pôs fim naquela iguaria da família, usando a Palavra de Deus, no VT e NT. ( do “escabeche” ele ficou freguês até que Da. Lili, descobriu que ele comia dessa iguaria e gostava {as vezes até pedia quando nos visitava}; ela descobriu porque mamãe, numa ocasião que fez o tal guisado de sardinhas com temperos, cozida numa panela - com brasas em cima e embaixo, mandou que eu levasse um prato com algumas para o Sr. Henrique; levei, e passado alguns dias, mamãe foi dar uma mãozinha para Da. Lili, na limpeza da casa, e o que ela descobriu?...as sardinhas, todas, na lata de lixo). Creio que o irmão Henrique nunca mais comeu “escabeche”, pelo menos feito pela Da. Fermina. Quem sabe, numa outra oportunidade, conto do término da prática de abater galináceos por asfixia - creio que uma das últimas vezes foi quando tentei por em prática o aprendizado e não acertei, em 1942, no nascimento do mano Orlando.

Em terminar, como é bom termos a consciência tranquila por estarmos incluídos entre aqueles que creem em Cristo Jesus e o consideram Senhor, e sermos participantes da benção do versículo 63 “...o Espirito é o que vivifica.” Amém

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