sábado, 9 de abril de 2011

Meu passeio, bíblico, 09042011- Isa.46:4

“...EU VOS CARREGAREI...”

De um bom tempo para cá, tenho sentido bastante dificuldade para caminhar, mesmo com bengalas canadense e andador, e realmente só é bom quando estou no carrinho de rodas - aí quem sofre são os braços, quando ajudo, e especialmente o auxiliar ( Da. Maria insiste para que eu use mais a cadeira; ela se dispôs a empurrar o carrinho  mas eu só deixei uma vez, como experiência, indo para nosso prédio  de reuniões {uns 300 mts.} – só sofrimento, meu e dela. Tenho um cunhado, por parte da querida Odette, solteiro, que veio morar aqui, inclusive com o propósito de me ajudar, tem um pouco mais de possibilidades. Sou mais freguês quando viajo ou estou em algum lugar para exames médicos, ela vai no carro eu também até o local de consulta ou exames, ai é mais suave para o condutor. Numa das últimas vezes que usei foi quando viajei para visitar minha irmã Marina, em Jundiaí-SP e depois minha cunhada, recém-operada, Maria de Fátima (esposa de meu mano Orlando). No aeroporto de Curitiba, tudo bem, tem tubo até a entrada da aeronave mas em Viracopos-SP., é escada (para descer ainda consigo, com bastante cuidado apoiando-me nos corrimãos mas para subir, impossível; na volta foi preciso um equipamento que tem um nome complicado que vale a pena (na noite que embarquei ele não queria funcionar, de início, mas depois, inclusive com oração, funcionou e lá estava eu dentro da aeronave com a carona, Da. Maria. Na volta, tudo bem inclusive a “tirada”  de um filho, por parte da 2ª esposa, Carlos que tem este , alegre hábito, disse na noite da volta, diante da auxiliar do Aeroporto aju1dando carregar as malas e ele empurrando o carrinho, no estacionamento, disse: “seu tunico o SR. Com 4 pernas ( 2 mul.canadenses, atravessada em meu colo) ainda precisa andar de carrinho?” É certo que isto é incomparavelmente menos confortável que ser carregado por Deus. Num dos comentários que li nesta manhã, estava encimado pelo vs. 2-3ª do Salmo 25 “...Nenhum dos que esperam em Ti, será  decepcionado” e no final,  “Jesus nunca prometeu um caminho fácil mas realmente um que levaria a esquecer as dificuldades da caminhada”.- Willian Barclay. É  certo que esta promessa esta no âmbito espiritual, mas também vale para esta nossa vida humana.
Voltando ao primeiro comentário, já no seu final, o autor  diz: “Então, podemos permitir que Deus carregue-nos e também os nossos fardos (fazendo alusão ao texto, Isa. 46: 1-9). Este hino  de Annie Johnson Flint nos desafia a experimentar o cuidado de Deus: “E quando os recursos em nós se esgotarem, e as forças faltarem, para não mais suportar; as fontes eternas da graça divina, terão começado  somente a jorrar” e encerra com “Nosso trabalho é lançar sobre Ele as preocupações; o trabalho de Deus é preocupar-se conosco!” A esta altura lembrei-me do corinho que cantamos: “Não tenha sobre ti, nenhum cuidado  qualquer que seja; pois um, somente um, seria  muito para ti;  é meu, somente meu todo trabalho, e o teu trabalho é confiar em mim”! Ah, quando citava, acima, “também nossos fardos”: lembrei-me de um “conto” que, creio, muitos já ouviram, que diz de um carroceiro que deu carona para um caminhante o qual levava um fardo sobre às costas e já assentado na carroça não largava o fardo; ao que, implicado com aquela atitude, o carroceiro lhe disse:  “pode largar o saco no assoalho da carroça, não precisa continuar com ele nas costas”,  e recebeu como resposta: “ ela (carroça) vai ficar muita pesada”.
Bem, por hoje é só! Como falou e vai continuar falando comigo, para uma maior confiança nas promessas de nosso Bom Deus, espero que o mesmo ocorra com meus queridos leitores. Grato. Que a Benção do Senhor seja com todos.

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