segunda-feira, 11 de abril de 2011

Meu passeio, bíblico, 11042011 – I Sam. 17:37

FÉ ACOMPANHADA...

Neste comentário, onde o escritor usou esta conhecida passagem de Davi, ele termina com um destaque: “ Quando a fé vai à frente, a coragem a acompanha” Num momento de meditação cheguei a outro acontecimento relatado no Evang. de  Mat. 14:28,29, Pedro, discípulo. Davi era realmente jovem com vigor extraordinário o  que é comprovado pelos acontecimentos narrados em outros vs. do cap. 17 de I Samuel que serviram para reforçar a sua disposição e coragem para enfrentar o gigante Golias. Pedro, como costumava dizer o meu querido e saudoso, irmão Armando, quando se deparava com alguém que já estava  passando dos 40, “já está dobrando o Cabo da Boa Esperança” – nunca tive curiosidade de pedir-lhe alguma explicação para esta alusão – (se alguém tiver, pode me informar. Desde já sou grato)  Permitam-me abrir um parêntesis aqui, depois, voltamos a Pedro e seus 40 ou mais. “Seu” Armando, como o chamávamos, foi um 2º pai espiritual o  1º foi  “Seu” Henrique (King). Tive o privilégio de ter quatro  mães, na área espiritual – Dona Lili (King); Dona Maria de Almeida( 1ª Esposa do irmão Salvador); Dona Maria Lopes (mãe do irmão Armando) e Dona Rosa Marques (1ª esposa do irmão Armando). Creio que sem medo de errar, a que  se destacou pela sua disposição e sacrifício, foi dona Maria Lopes que vinha frequentemente de V. Nova Conceição para Moinho Velho ( de bonde, de ônibus e a pé) já idosa e com problemas de articulação nos membros inferiores – me recordo da noite fria quando ela chegou trazendo uma perneira de lã que  havia confeccionado para que eu colocasse, ao deitar, na minha perna esquerda (com paralisia total desde 1 e ½ ano de idade)- não tem como esquecer: ela enrolava folhas de jornal nas pernas e colocava a meia por cima que, segundo ela, ajudava e muito na sua circulação. Algumas vezes tomava uma sopa que mamãe esquentava ou fazia e voltava, da mesma forma que veio; algumas vezes, quando muito tarde, mamãe a convencia de dormir conosco ou ligávamos para Armando (contra  vontade dela) para que a buscasse e a levasse para casa de carro, isto depois que tínhamos o telefone (1954) e o irmão Armando o carro (51/52?). Já chorei, já louvei a Deus por estas grandes bênçãos, entre tantas outras que Ele me concedeu até hoje. Voltemos ao ponto onde paramos – Pedro. Comecei a conjecturar ( segundo o irmão Malafáia, isto não é pecado – heresia, sim): seu aprendizado e experiência com o Mestre, já estava no 3º ano ( o que equivale, por alto,  a 30 anos ou mais; o “professor” era o SENHOR). Sua experiência e traquejo no mar – creio não faltava nada. Sua fé, excelente e demonstrada no ato de pedir para ir ao encontro do Senhor, descer imediatamente do barco (creio não pensou que embaixo de seus pés havia água e não terra) ai é a pergunta: porque seu pavor demonstrado, a um passo para tocar no Mestre? Esqueceu ele, que era o mar no qual não titubeava em mergulhar? ( Evang. De João 21: 7). PODE CONJECTURAR VOCÊ TAMBÉM, VÁ ALÉM, SE POSSÍVEL.
Pensei, com isto em mente, em aplicar  primeiro pensando em alguém que ainda não tenha uma experiência de conversão verdadeira ao Senhor Jesus. Pode-se julgar habilitado, por “a”, por “b”, por “c” menos pelo único Caminho (Evang. de João 14:6).
Nós que já temos a certeza da salvação, pela Graça  Bendita de Jesus, será que temos a coragem de recordar as vezes que, pode ter acontecido uma situação mais ou menos igual aquela do apóstolo Pedro? Chegando bem próximo de concretizar um sonho ou o alcance de um objetivo de antemão esquematizado e a menos de  um passo “sucumbir” ou pedir socorro, ciente que o Senhor não vai hesitar em acioná-lo se as nossas atitudes para chegar até lá foram dentro dos seus propósitos. Se não, é provável que passemos algum apuro como corretivo, assim penso!
Ao certo, foi uma excelente oportunidade para aumentar a fé de Pedro; não só dele mas dos demais que estavam no barco, (inclusive Judas Iscariotes que também ainda teve esta oportunidade em sua vida  dissimulada) e nós, crentes em Cristo, de um modo especial. Amém!


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