“A CADA UM SEGUNDO A SUA PRÓPRIA CAPACIDADE;...”
Demorou um tempinho, por motivo de saúde, para ter ânimo em escrever a minha apreciação sobre este e outros versículos lidos naquela manhã. O senhor daqueles servos jamais teria errado na sua avaliação, tanto é que distribui quantias diferentes entre eles. Quando deu um talento ao terceiro, cria que ele granjearia lucros com aquele talento. O que teria acontecido com aquele servo? Podemos fazer deduções, aplicações etc. mas só ele poderia (se também pudesse), contar o que teria acontecido. É fácil, via-de-regra, criticarmos atitudes errôneas ou impensadas de outrem. Hoje em linguagem bem em voga, entre uma boa parte da sociedade, alguns diriam: ele “amarelou”.
Ele gastou um bom tempo para arranjar uma “boa” desculpa para quando o seu senhor voltasse. Mas da tremenda “bronca” ele não escapou e muito menos das penalidades por causa do seu ato impensado, mesmo pensando.
Levando esta narrativa para o seu devido lugar, ela pode servir e muito para nos alertarmos quanto ao respeito pela decisão de nosso Mestre, concernente a nós, na Sua Seára. Não tenho intensão de entrar no precioso e notório trabalho do Espirito Santo distribuindo dons (1ª Cor. 12). Quero me ater a um comentário mais meditativo, considerando nossa fragilidade e instabilidade emocional, no percurso de nossa carreira cristã. Nem para o servo nem para seu senhor havia alguma evidência de falha, mas aconteceu; creio que para espanto de ambos, considerando o lado humano da estória.
Hoje somos privilegiados por termos o Espirito Santo habitando em nós e nos guiando em “toda palavra” 2ª Tim. 3;l6, e com isto, ajudando à não tomarmos atitudes que depreciem o conceito de nosso Bom Mestre sobre nós.
Em havendo algum vislumbre de não corresponder à expectativa de nosso Senhor, num dado momento de alguma fraqueza, memorizemos o versículo que encerrou a serie daquela manhã: “tudo posso naquele que fortalece” – Fil. 4:13. Que assim seja, para honra e glória do Senhor Jesus.
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